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terça-feira, 15 de maio de 2018

HOMENAGEM A UM PRÉ DEFUNTO

>>>  HÁ EXATAMENTE TRÊS ANOS ATRÁS ( 15 de maio de 2015 ) EU PUBLUCAVA ESTE "POST" EM HOMENAGEM AOS 75 ANOS DO AUTODROMO DE INTERLAGOS, QUE AGORA TRÊS ANOS DEPOIS, POR INTERESSES ECONÔMICOS  QUEREM A SUA EXTINÇÃO, ALEGANDO OS ALTOS CUSTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL PAULISTANA. <<<


AUTOMOBILISMO NACIONAL - HOMENAGEM A INTERLAGOS


PARABÉNS PELOS 75 ANOS DE AÇÃO E HISTÓRIA


GRID DE LARGADA EM INTERLAGOS DE UMA CORRIDA NOS ANOS 50
(reparem a mistura de carros turismo com esporte)


CABINE DE CRONOMETRAGEM DE INTERLAGOS NOS ANOS 60  ( 1966 )


INTERLAGOS NOS ANOS 60 - ERA MUITO COMUM O POVO ACAMPAR PARA ACOMPANHAR AS PROVAS DE LONGA DURAÇÃO.

MIL MILHAS BRASILEIRAS, 12 E 24 HORAS DE INTERLAGOS )



INTERLAGOS ANOS 60 -  1600 KM DE INTERLAGOS


GP BRASIL 1975 ( EU ESTAVA LÁ ) - OS BOMBEIROS JOGANDO ÁGUA NA TORCIDA PARA AMENIZAR O CALOR QUE ESTAVA INSUPORTÁVEL.


500 KM DE INTERLAGOS  1963 - MINUTOS APÓS O ACIDENTE QUE VITIMOU 
CELSO LARA BARBERIS  ( EU ESTAVA LÁ )


500 KM DE INTERLAGOS - 1963  ENTRADA NO RETÃO 
DUAS MECANICAS CONTINETAL PERSEGUIDAS POR UM FORMULA JUNIOR



500 KM DE INTERLAGOS - 1972  UMA DAS EDIÇÕES MAIS ESPETACULAR 




1600 KM DE INTERLAGOS - 1965  ( EU ESTAVA LÁ )


1600 KM DE INTERLAGOS - 1965



INTERLAGOS 1956 - CORRIDA PROMOCIONAL DE ROMI ISETTAS


MIL MILHAS BRASILEIRAS - 1967

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

RESTAURO DE UMA FERRARI F - 40 ( 1987 )


 O RESTAURO DE UMA F - 40 



APÓS QUASE 18 MESES ENTRE PESQUISA DE MATERIAIS, PARALISAÇÕES PARA ATENDER OUTRAS URGÊNCIAS, FÉRIAS E VIAGENS, A RESTAURAÇÃO DA MINIATURA DA " FERRARI F 40 MOD. 1987 ESC. 1/18 ", FOI CONCLUÍDA E ESTA PRONTA PARA RETORNAR A BRILHAR NA PRATELEIRA DO MEU GENRO " RODRIGO ZILLI "


PROJETO COMPLETO DA RESTAURAÇÃO





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sábado, 23 de maio de 2015

AUTOMOBILISMO DIFERENTE

matéria publicada em 24 de maio de 2011

CORRIDA DE RUA



 
DESCENTE DE CAISSE A SAVON
(DESCIDA EM CAIXA DE SABÃO)


EM 1950 LOGO APÓS O FINAL DA SEGUNDA GUERRA, O AUTOMÓVEL CLUB DA FRANÇA,  INCENTIVOU A PRIMEIRA “DESCENTE DE CAISSE A SAVON  OU SEJA ; CORRIDAS EM DESCIDAS / LADEIRAS  DAS ZONAS MONTANHOSAS DE VOGES, ALPES E JURA, COM CARRINHOS ARTESANAIS SEM MOTOR IMPULSIONADOS APENAS PELA FORÇA DA GRAVIDADE.

INICIALMENTE A “DESCENTE DE CAISSE A SAVON” ERA PRATICADA POR LAZER, POREM COM O PASSAR DOS ANOS A “DESCENTE CAISSE A SAVON” PASSOU A SER CONSIDERADA COMO ESPORTE, COM REGRAS RIGIDAS DE CONSTRUÇÃO, SEGURANÇA E DIVISÃO DOS PARTICIPANTES EM CLASSES SEGUNDO A IDADE  ( 10 A 77 ANOS)

COMO ESPORTE A “DESCENTE DE CAISSE A SAVON” É DISPUTADA EM CAMPEONATOS REGIONAIS NA FRANÇA, NORMANDIA E BÉLGICA E UMA VEZ POR ANO É REALIZADA DURANTE TRES DIAS CONSECUTIVOS O CAMPEONATO EUROPEU, O QUAL ESTE ANO (2011) SERÁ DISPUTADO NOS DIAS 29/30/31  DE JULHO EM DRÔME – FRANÇA.

OS VEICULOS SÃO TECNICAMENTE PREPARADOS E CHEGAM A ATINGIR EM ALGUNS CIRCUITOS A VELOCIDADE DE 100Km/h.

                                                                   
BELGICA



ACIDENTES - CRASHS




CAMPEONATO EUROPEU



 
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

AUTOMOBILISMO NACIONAL - HOMENAGEM A INTERLAGOS


PARABÉNS PELOS 75 ANOS DE AÇÃO E HISTÓRIA


GRID DE LARGADA EM INTERLAGOS DE UMA CORRIDA NOS ANOS 50
(reparem a mistura de carros turismo com esporte)


CABINE DE CRONOMETRAGEM DE INTERLAGOS NOS ANOS 60  ( 1966 )


INTERLAGOS NOS ANOS 60 - ERA MUITO COMUM O POVO ACAMPAR PARA ACOMPANHAR AS PROVAS DE LONGA DURAÇÃO.

MIL MILHAS BRASILEIRAS, 12 E 24 HORAS DE INTERLAGOS )



INTERLAGOS ANOS 60 -  1600 KM DE INTERLAGOS


GP BRASIL 1975 ( EU ESTAVA LÁ ) - OS BOMBEIROS JOGANDO ÁGUA NA TORCIDA PARA AMENIZAR O CALOR QUE ESTAVA INSUPORTÁVEL.


500 KM DE INTERLAGOS  1963 - MINUTOS APÓS O ACIDENTE QUE VITIMOU 
CELSO LARA BARBERIS  ( EU ESTAVA LÁ )


500 KM DE INTERLAGOS - 1963  ENTRADA NO RETÃO 
DUAS MECANICAS CONTINETAL PERSEGUIDAS POR UM FORMULA JUNIOR



500 KM DE INTERLAGOS - 1972  UMA DAS EDIÇÕES MAIS ESPETACULAR 




1600 KM DE INTERLAGOS - 1965  ( EU ESTAVA LÁ )


1600 KM DE INTERLAGOS - 1965



INTERLAGOS 1956 - CORRIDA PROMOCIONAL DE ROMI ISETTAS


MIL MILHAS BRASILEIRAS - 1967

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

SLOT CAR - AUTOMODELISMO

PUBLICADO HÁ EXATAMENTE 05 ANOS ATRÁS


  1a MIL MILHAS PAPERSLOTCAR



HOJE A TARDE,  A "HPME"  DEPOIS DE FAZER UMA REVISÃO DETALHADA NOS TORPEDOS RECEM CHEGADOS, LEVOU OS PARA UM TESTE NA MONZA.

COM A AJUDA DO "POPI", ALGUNS AJUSTES FINAIS FORAM FEITOS, E O BÓLIDOS COMEÇARAM A VIRAR A PISTA EM TORNO DE 8"70 ( MUITO BOM PARA QUEM NÃO CONHECIA A PISTA E NESTA ESCALA É APENAS UM ALICATINHO ).

NO FINAL DOS TESTES APARECEU UM FORTE CANDIDATO ( NOS PRÓXIMOS POST SERA FEITA UMA MATERIA COM O MESMO), " KIKO ", EX PILOTO DE PASSAT QUE PARTICIPOU  DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE MARCAS E PILOTOS DA CBA,  QUE TROUXE PARA TESTAR SEUS DOIS 
FORDs CORCEL II PARA AS  MMs PAPERSLOT 1/32. 

A PARTICIPAÇÃO DO MESMO, TORNOU O TREINO MUITO PROVEITOSO POIS A "HPME" PODE  TER PADRÃO PARA AVALIAÇÃO DAS MÁQUINAS.


NOS BOXES O DISQUE DISQUE ESTAVA QUENTE, MUITA GENTE INTERESSADA 
EM ASSISTIR E SABER MAIS SOBRE A "PAPERSLOTMANIA". 
QUEM PUDER IR NÃO VAI SE ARREPENDER,
 POIS A FESTA PROMETE SER BOA.

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domingo, 15 de fevereiro de 2015

AUTOMOBILISMO BRASILEIRO

UM ESTRANHO NO NINHO VENCE COM MOTOR EMPRESTADO
       
   (aconteceu na 21a Mil Milhas Brasileiras a 26/01/1992)


Esta Mil Milhas, foi realmente uma Mil Milhas muito diferente das outras que até então estávamos acostumados a acompanhar. A começar pela novidade da hora de largada, que em vez da tradicional largada noturna com arquibancadas completamente tomadas pelo público eufórico esta,  teve a sua largada ao meio dia de um sábado, com as arquibancadas mostrando grandes manchas da cor de cimento, porém por alguns segundos focada pelas grandes emissoras de televisão, "que sempre estiveram presente apóiando incondicionalmente o nosso tupiniquim esporte a motor".
Como toda Mil Milhas, o resultado surpreendente também faz parte da tradição, e logicamente nesta 21ª Mil Milhas Brasileiras, não poderia deixar de ser diferente das outras conforme veremos a seguir.
Os Opalas da categoria stock car mais os Mustang da dupla Denísio Casarini – Fábio Greco, e dos cariocas Paulo Lomba, Roberto Aranha e J. Botelho, desde os treinos vinham impondo um humilhante ritmo aos demais carros de menos potência, inclusive às duas BMW M3 originais de rua (Grupo N) da equipe alemã, que aqui aportara a convite da Regino (um dos patrocinadores). Esta "supremacia" para espanto da torcida se apresentou de tal forma, que estes Opalas e Mustangs acabaram dividindo entre si, as primeiras posições do grid de largada.
Ainda para infortunio da equipe alemã visitante, uma das BMW M3 durante a etapa dos treinos, teve o seu motor estourado, pois a nossa gasolina batisada com alcool havia digerido totalmente um dos seus pistões. Para completar, os alemães senhores absolutos de sua auto suficiência desmedida, não trouxeram sequer peças de reposição para os motores.
Ai entra o jeitinho brasileiro, quando um dos técnicos da Regino descobre que em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, andava  pelas ruas uma BMW M3 identica a dos alemães. Com um pouco de conversa, o tal proprietário do interior cede emprestado o motor da sua BMW M3, e fica então resgatada a moral do time germânico.
Iniciada a corrida, o stock de Adalberto Jardim e Paulo Marino toma a dianteira e já na terceira volta punha uma volta de vantagem sobre um retardatário. Tamanha disposição leva o stock a abrir logo o bico, passando a dianteira então para o Mustang da dupla Casarini – Greco.  Dava gosto de ver a corrida pelo ritmo alucinante dos primeiros colocados, até que pouco a pouco foram cedendo os seus lugares para as BMW M3 não tão rápidas, mas constantes e resistentes. Quando tudo parecia que ia dar a dobradinha da equipe germânica, após oito horas de corrida BMW que era pilotada por Ingo Hoffmam e os alemães B. Effinger e Franz J. Prangemeir, estoura o motor, porem desta vez,  por  culpa do gringo Effinger que empolgado não se da conta da luz espia acesa indicando quebra da correia da bomba d’água.
Após 13 horas de disputa, exatamente à 01:00 da manhã de domingo, cruza a linha de chegada em primeiro lugar a BMW M3 com motor emprestado, pilotada pelo brasileiro Claus Heitkotter e pelos alemães M. Gindorf e J. Weiss, seguido pelo sensacional Voyage 1800 da dupla Boer e Lykouropoulos ( mostrando aos grandalhões da stock, que tamanho não é documento) e em terceiro o combativo Mustang dos cariocas Paulo Lomba, R. Aranha e J.Botelho.
fatos interessantes:

- a esquadra alemã de nome Nimex, volta vencedora graças a um motor emprestado e que já estava acostumado andar em primeira, segunda e terceira nas ruas de paralelepípedo da nossa querida Ribeirão Preto.

- mais uma vez eu tive a grande oportunidade de seguir esta corrida  do lado de dentro do palco ou seja; nos bastidores e camarins,  e mais uma vez presenciei e senti na própria pele que nem sempre a credencial que você tem e que foi obtida junto a direção da prova não é a que vale para  os "intransigentes e despreparados  seguranças”. Hoje, graças a tecnologia com seus cartões magnéticos e lógico um melhor preparo do pessoal de segurança e suporte, estes fatos “não ocorrem mais”.

- dos três Aldees que largaram e que vinham de um ótimo retrospecto da ultima Mil Milhas ( 19ª MM de 1990 ) o pilotado pelos Jimenes ( pai e filho) e pelo César Garcia Samos foi o melhor colocado, chegando em sexto lugar na geral , apesar de ter largado na 31ª posição.

- uma das atrações da prova, foi o Chevete ( hibrido) com motor 2.0 turbinado . Pilotado pro Silvio Zambelo, Fernando Rebellato e Jose R. Fiamingh, este carro chegou a brigar no primeiro pelotão, pois seu motor nada devia ao dos Opalões da stock.

- o fraquíssimo desempenho e depois abandono do protótipo Aurora foi uma das decepções da corrida. Pilotado por Atilla Sipos e Lineu Linardi com um motor turbo de 2000 cilindradas, mesmo largando na 9ª posição, já na 20ª volta parava seguidamente para reparos.

- outra decepção, foi o protótipo Lola T163 Avallone Crysler pilotado por Antonio carlos Avallone, que acabou nem chegando a formar no grid.

MUSTANG DE CASARINI E GRECO

                              VOYAGE 1.8 DE LYKOUROPOULUS E BOER                         

VENCEDOR NA CATEGORIA "A"  DA  MIL MILHAS ANTERIOR,  ERA FAVORITO, MAS PAROU POR PROBLEMAS MECANICOS.

OPALA DE CAMILO CRISTOFARO UM DOS FAVORITOS QUE TAMBÉM NÃO TERMINOU POR QUEBRA.

PROTOTIPO ALDEE  DA FAMILIA JIMENES ( PAI E FILHO ) E SAMOS, MELHOR COLOCADO ENTRE OS PROTÓTIPOS ALDEES E SEXTO NA GERAL .

MUSTANG DO PAULO LOMBA, J.BOTELHO E ARANHA, TERCEIRO COLOCADO, TERMINOU BRAVAMENTE A CORRIDA COM O MOTOR RAJANDO OS CINCO CILINDROS RESTANTES.

PROTOTIPO AURORA 2000 ESTREOU COM ATILA SIPOS E L.LINARDI, TAMBÉM NÃO TERMINOU A CORRIDA.


CLASSIFICAÇÃO FINAL

1.    Heitkotter/Gindorf/Weiss  -  BMW M3  -  372 voltas
2.    Lykouropoulus/Boer  -  VOYAGE 1.8  -  366 voltas
3.    Lomba/Botelho/Aranha  -  MUSTANG  -  363 voltas 
4.    Alves/Tarso  -  OPALA   -  361 voltas
5.    Bonini/Alves/Pimenta  -  OPALA  -  350 voltas
6.    Jimenes/Samos  -  ALDEE  -  346 voltas
7.    Mita/Astolfo/Campos  - VOYAGE  -  345 voltas
8.    Jacobi/Caruso   -  VOYAGE  -   345 voltas
9.    Carta/Kowalczuko  -  GOL  -   341 voltas
10.  Santos/Souza/Helou  -   PASSAT  -   337 voltas 

A minha opinião sobre o que esta Mil MIlhas representou, levando em consideração o momento socio ecônomico do Brasil naquele inicio da decada de 90.

A 21a Mil MIlhas de 1992, veio simplesmente confirmar um discurso de 1990 do então Presidente do Brasil  ( pouco tempo depois deposto ), que os carros do Brasil eram verdadeiras carroças. A vitória de um carro BMW M3 normal sem preparo nenhum para competição esportiva, frente  as nossas máquinas tupiniquins com mais do dobro de potência,  passou o atestado definitivo da nossa falência  tecnologica ( bem entendido considerando o ano de 1992 ).  O positivo foi o inicio do processo de abertura que dai para frente ocorreu, derrubando as barreiras do protecionismo e imobilismo, elevando a nossa industria automobilistica  ao mesmo patamar tecnológico das demais e consequentemente com lucro para o automobilismo esportivo.