Mostrando postagens com marcador herois. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador herois. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de outubro de 2012

AUTOMOBILISMO

75 ANOS DE T.C - cap.2


JUAN GALVEZ E SUA FORD COUPE 1939
( O ROLO COMPRESSOR )

JUAN GALVEZ COMEÇOU A CORRER COM UM “FORD COUPE 39”, QUE PESAVA APROXIMADAMENTE 1700 KG E SEU MOTOR TINHA 170 HP A 5000 RPM.

COM ESTE "COUPE",  ELE COMPETIU ATÉ INICIO DO ANO DE 1950, QUANDO ENTÃO PASSOU A CORRER TAMBÉM COM  UM “FORD COUPE 1937” PREPARADO ESPECIALMENTE PARA CORRIDA EM AUTODROMO (PISTERA).

ATÉ O ACIDENTE DE “PERGAMINO” SEUS CARROS ERAM DE COR AZUL,  QUANDO ENTÃO PASSARAM A TER TAMBÉM A COR “VERMELHA”, SEMPRE OSTENTANDO O SEU PRINCIPAL PATROCINADOR A “ATMA”.
JUAN GALVEZ VIVIA EXCLUSIVAMENTE PARA O DESENVOLVIMENTO DO SEU CARRO DE CORRIDA, POIS A SUA PROFISSÃO ERA SER CORREDOR, E COM ESTE FORD COUPE 39 FOI NOVE VEZES CAMPEÃO ARGENTINO DE T.C  (1949 A 1952, 1955 A 1958 E 1960)
LAMENTAVELMENTE EM 03/03/1963 AO DISPUTAR UM CORRIDA NO CIRCUITO DE OLAVARRIA, JUAN GALVEZ ENCONTRA A MORTE APÓS UM ACIDENTE COM A SUA “COUPE”.

LA COUPE DE JUAN VUELVA LA VIDA 37 ANOS DESPUES


=================================

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

GALERIA  HF DE CAMPEÕES




É com muito pesar que o editor deste blog  vem comunicar o falecimento nesta  manhã, de um dos maiores expoentes do automobilismo esportivo brasileiro.
Aos 74 anos, Luiz Pereira Bueno nos deixa para ocupar um lugar maior onde reina somente o AMOR e a PAZ.
Deixa uma grande saudade, mas continua sendo para mim e para muitos outros, o maior ídolo de uma geração de amantes do automobilismo, que carinhosamente chamamos da geração dos anos dourados.
A família, a nossa solidariedade neste momento de dor e tristeza.

                                                       ==========================

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

7 de setembro de 1963
>>> quando tudo começou <<<



7 de setembro de 1963, final da Semana da Velocidade promovida pelo Automóvel Club do Estado de São Paulo (ACESP) em parceria com o jornal Folha de São Paulo que apesar de ser um das mais importantes mídias de comunicação da época e co-promotora do evento, pouco espaço destinou ao mesmo e quase nada veiculou sobre os treinos e a cobertura das corridas ( Três Horas de Velocidade e 500 Km de Interlagos).
Bom ... deixando de lado este episódio, este 500 Km de Interlagos, foi para mim o marco inicial da minha incursão no mundo do automobilismo esportivo e talvez por isto, é que eu seja um eterno apaixonado pelos carros Grand Prix das décadas de 50 e 60 popularmente chamados de “charutinhos”.
Até esta tarde de domingo, o meu contato com corridas de automóvel era apenas pelos relatos reservados dos meus tios (talvez em razão de um dos irmãos ter falecido em uma corrida de carretera) que constantemente eram monitorados e censurados pela minha avó, com medo que o “vírus” se propagasse na nova geração.
Mas por mais que “ela” fizesse, não houve jeito, o “vírus” veio e pegou em cheio a mim e em alguns primos que já andavam fazendo das suas, em rachas noturnos pelas ruas do Morumbi que eram classificados pela geração anterior (nossos pais e tios) como arruaças promovidas por um bando de transviados com os carros do papai.
Voltando àquela tarde de domingo, após o almoço dominical comandado pela matriarca (minha avó) e presentes todos os membros de seu clã, eu e meu primo Ricardo (dois anos mais novo e que infelizmente por arte do destino, hoje já não mais presente entre nós) sorrateiramente com o consentimento do meu pai e de meu tio Ciro (pai do Ricardo) rumamos ao Autódromo de Interlagos para assistir os 500 Km de Interlagos. Como todos os garotos da época, furamos a cerca do autódromo, e dispistando a cavalaria da Força Publica, conseguimos passar para o lado interno da pista e ai comodamente asssitir a corrida desde a sua largada.
O ronco daqueles motores Corvettes, misturados aos Simca, DKWs e Renaults e Alfa que motorizavam os Formulas Jr. construídos pelo Landi e pelo Bianco, e bravamente pilotados por Marinho Cesar, Jaime Silva, Marivaldo Fernandes, Wilsinho Fittipaldi, Luisinho P. Bueno e Celso Lara Barberis ( tragicamente vitimado nesta corrida com seu Landi-Alfa após colisão com a Maseratti Corvette de Amaral Junior ) estremeciam os nossos corações chegando a sacar algumas lágrimas de emoção por estar ali frente a frente com aquelas velozes e maravilhosas máquinas e seus destemidos volantes, que volta após volta disputada pelo anel externo lutavam pela liderança e melhores colocações.
Como diz o ditado, a primeira vez a gente jamais esquece, e assim foi, muitas outras corridas vim depois assistir e inclusive participar, mas aquele 500 Km de Interlagos de 1963 jamais saiu da minha lembrança.


OUTRO ASPECTO DA VOLTA DE APRESENTAÇÃO


CLASSIFICAÇÃO FINAL DA CORRIDA



OBS - Em 1963 eu tinha 15 anos de idade e meu primo Ricardo 13 anos. Quatro anos depois em 1967 sentia quase as mesmas emoções quando:
-  em uma Prova de Estreantes,  pilotava no retão de Interlagos o Volks 1200 cc generosamente emprestado pela  minha saudosa mãe, 
- tive a honra de conhecer um dos meus idolos de 1963, o piloto Marivaldo Fernandez que tristemente já não esta mais entre nós.


==================

sábado, 11 de dezembro de 2010

JUSTA HOMENAGEM




Ao meu amigo Ferraz, os meus parabéns pelo seu aniversário,  e a minha torcida para que em 2011 eu e todos os alicatões e alicatinhos tenham o prazer de ve-lo acelerar o seu PORSCHE azul e amarelo lá em Interlagos.

================

domingo, 5 de dezembro de 2010

JUSTA HOMENAGEM




A realização de um sonho


Roberval Andrade, um apaixonado pelos Trucks, certa vez, lá pelos anos de 1999, presente em uma etapa do Campeonato de Formula Truck que acontecia em Interlagos, disse aos amigos:

UM DIA VOU SER PILOTO DE FORMULA TRUCK

Não é difícil imaginar os olhares incrédulos, duvidosos e de desdém daqueles que lá estavam com êle.

Roberval, a todo custo correu atrás do seu sonho, e hoje, lá em Brasilia, passados exatamente "onze anos" daquela tarde de Interlagos,  o  "sonhador " que não tinha sido levado a sério pelos companheiros, "sagra se" Bi Campeão Brasileiro de Formula Truck e Primeiro Campeão Sul Americano de Formula Truck.


“ PARABENS PELA CORAGEM DE CORRER ATRÁS DE SEU SONHO”

===========================

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

JUSTA HOMENAGEM


Ao amigo e um dos heróis da saudosa Divisão 3, os meus parabéns pelo seu aniversário e os sinceros votos de  que no ano de 2011, eu e todos os alicates e alicatões, tenhamos a grata satisfação de ver voce voltar a acelerar o Pinico 13, lá em Interlagos ( TEMPLO ).
=========

terça-feira, 6 de abril de 2010

EM ALGUM MOMENTO DO PASSADO - 03



------------------------------------------------------------------

sábado, 6 de fevereiro de 2010

GALERIA "HF" DE CAMPEÕES - 04

Nasceu em 25/10/1911 em Porto Alegre – RS e, faleceu em 21/10/1970
Estreou no automobilismo em 1937, no Circuito Venâncio Aires, onde chegou em terceiro lugar. Obteve em sua carreira 48 vitórias e as mais marcantes foram; Grande Prêmio Washington Luiz e três vezes campeão das Mil Milhas Brasileiras junto com Breno Fornari.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

GALERIA "HF" DE CAMPEÕES - 03

Estreou no automobilismo em 1963, época dos Anos Dourados, competindo na categoria turismo pela equipe Willys. Final dos anos 60, inicio dos anos 70, o sucesso do Emerson na Europa e a longa inatividade do Autodromo de Interlagos ( fechado para reformas) incentivam Moco a seguir em 1970 o mesmo caminho. Lá na Europa disputa o Campeonato Inglês de Formula 3, terminando como vencedor do mesmo. Nos anos seguintes de 71 e 73 passa pela Formula 2 (ultimo degrau para a Formula 1) e pela categoria esporte protótipo disputando em 1973 as famosas 24 horas de Le Mans pela Ferrari. Atinge o objetivo máximo que é a Formula 1, ingressando no circo através da equipe Williams e terminando o seu primeiro campeonato em 16. lugar com três pontos ganhos.

Seguindo a carreria na Formula 1, passa pela equipe Surtess e na metade do campeonato de 1974 transfere se para a Brabham. No final deste mesmo ano, Moco é escolhido pelo Anuário Autocourse como o quarto melhor piloto do mundo. Em 1975 vence no Brasil, as 25 Horas de Interlagos, no Campeonato Brasileiro de Turismo sagra se campeão da categoria turismo grupo 1 e ainda presenteia a torcida brasileira “fanautos” vencendo o GP Brasil de Formula 1.

Na temporada de Formula 1 de 1976 ainda na equipe Brabham, sofre com a falta de competitividade dos pesados motores Alfa Romeo e termina o campeonato de forma apática.

Aos 33 anos em uma viagem com o amigo Marivaldo Fernandez num pequeno avião monomotor, sofre um acidente na Serra de Mairiporã - São Paulo, vindo a falecer prematuramente em 18 de março de 1977.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

MINHA JUSTA HOMENAGEM - 02
2010, um novo ano que inicia numa áurea de otimismo, esperança, e prenuncio de tempos melhores. Neste contexto, ao retornar às minhas atividades de editor deste blog nada mais justo e oportuno seria, do que iniciar com uma Justa Homenagem ao meu querido amigo Milton.

Milton, hoje um Jovem Senhor, sempre foi e é um sujeito de alma pura e um cintilante brilho no olhar que revela aos seus mais íntimos amigos, a eterna paixão que tem pelo automodelismo. Mesmo nos tempos mais injustos, esta paixão torna-o mais forte, dando lhe forças e animo para não perder as esperanças, o entusiasmo e o otimismo de lutar e vencer as batalhas e assim proporcionar aos fãs praticantes do hobby condições para a continuidade do mesmo.
Militante, no seus tempos de juventude, das altas rodas do automobilismo esportivo onde também militavam, Totó Porto, os irmão Giaffone, a Graziela, o Carol e outros ícones dos nossos Anos Dourados, fortaleceu a paixão pelo esporte a motor levando o mais tarde a ser um dos pioneiros e incentivador da prática do automodelismo radiocontrolado .
Nesta área foi o fundador das famosas pistas Alfa Racing em Alfaville muito freqüentada pelos Fittipaldi com suas velocissimas Formulas Indy e a All Racing na Av. Interlagos com as suas disputadas corridas de Formula Indy e Formula I e as históricas corridas noturnas que muito lembravam as Mil Milhas Brasileiras.
Não raro era formar um grid de mais de trinta pilotos, que sob a liderança do Sr. Milton disputavam palmo a palmo posições nos grids de largada e lugares de Podium sob os olhares e a torcida de uma numerosa platéia, sendo inclusive objeto de matéria no Jornal da Tarde.
Milton meu querido amigo, muito ainda teria aqui para escrever sobre a epopéia da sua saga e amor pelo automodelismo e do carinho e lealdade que sempre teve para com os seus amigos, mas fica para uma próxima oportunidade. Com carinho, respeito e admiração que tenho por você, incansável guerreiro, despeço me com um grande abraço e um beijo no seu coração.
Fernando J.C. Fagundes